A consciência é folha boiando nas águas turvas dos acontecimentos, tragados pelo redemoinho do tempo. Uma folha verde amarelada que ocupa diferentes lugares no espaço. Está aqui e acolá, já foi e continua sendo. Com os anos, o mistério perde o verniz, ou são nossos olhos que desbotam? Quando as respostas ressecadas por um realismo catastrófico preponderam sobre a imaginação, não é mais possível decifrar imagens em nuvens quietas.
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