terça-feira, 23 de julho de 2024

Poesia urbana

Não serve pra nada
Rabisca o chão da calçada
Arranha a parede velha
Dos casarões empoeirados

Cantarola
Nos corações apaixonados
Faz arder no corte
A poesia maldita

Circunscrita na mente
Doente que grita
Na cara da morte
Mais sorte
Que forte

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